{"id":2627,"date":"2016-01-07T11:19:27","date_gmt":"2016-01-07T13:19:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.coopatrigo.com.br\/site\/?p=2627"},"modified":"2016-01-07T11:19:27","modified_gmt":"2016-01-07T13:19:27","slug":"frio-em-2016-deve-chegar-mais-cedo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.coopatrigo.com.br\/novo\/2016\/01\/07\/frio-em-2016-deve-chegar-mais-cedo\/","title":{"rendered":"Frio em 2016 deve chegar mais cedo"},"content":{"rendered":"<div id=\"dslc-main\">\n\t\t<div  class=\"dslc-modules-section \" style=\"padding-bottom:30px;padding-top:30px;background-color:#16452c;background-image:url(https:\/\/www.coopatrigo.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/bg.png);background-position:center center;\" data-section-id=\"74a23622ed4\">\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t<div class=\"dslc-modules-section-wrapper dslc-clearfix\"><div class=\"dslc-modules-area dslc-col dslc-12-col dslc-last-col dslc-valign- \" data-size=\"12\" data-valign=\"\">\n\t\t<div id=\"dslc-module-24\" class=\"dslc-module-front dslc-module-DSLC_TP_Title dslc-in-viewport-check dslc-in-viewport-anim-none  dslc-col dslc-12-col dslc-last-col  dslc-module-handle-like-regular \" data-module-id=\"24\" data-module=\"DSLC_TP_Title\" data-dslc-module-size=\"12\" data-dslc-anim=\"none\" data-dslc-anim-delay=\"\" data-dslc-anim-duration=\"650\"  data-dslc-anim-easing=\"ease\" data-dslc-preset=\"none\" >\n\n\t\t\t\n\t\t\t\n\t\t\r\n\t\t\t\t<div class=\"dslc-tp-title\"><h1>Frio em 2016 deve chegar mais cedo<\/h1><\/div>\r\n\r\n\t\t\t\n\t\t\t\t<\/div><!-- .dslc-module -->\n\t\t\n\t\t<div id=\"dslc-module-25\" class=\"dslc-module-front dslc-module-DSLC_TP_Meta dslc-in-viewport-check dslc-in-viewport-anim-none  dslc-col dslc-12-col dslc-last-col  dslc-module-handle-like-regular \" data-module-id=\"25\" data-module=\"DSLC_TP_Meta\" data-dslc-module-size=\"12\" data-dslc-anim=\"none\" data-dslc-anim-delay=\"\" data-dslc-anim-duration=\"650\"  data-dslc-anim-easing=\"ease\" data-dslc-preset=\"none\" >\n\n\t\t\t\n\t\t\t\n\t\t\r\n\t\t\t\t<div class=\"dslc-tp-meta dslc-tp-meta-horizontal\">\r\n\t\t\t\t\t<ul class=\"dslc-clearfix\">\r\n\r\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<li>7 de janeiro de 2016<\/li>\r\n\t\t\t\t\t\t\r\n\t\t\t\t\t\t\r\n\t\t\t\t\t\t\r\n\t\t\t\t\t\t\r\n\t\t\t\t\t\t\r\n\t\t\t\t\t<\/ul>\r\n\t\t\t\t<\/div>\r\n\r\n\t\t\t\n\t\t\t\t<\/div><!-- .dslc-module -->\n\t\t<\/div><\/div><\/div>\n\t\t<div  class=\"dslc-modules-section \" style=\"padding-bottom:30px;padding-top:30px;background-color:rgba(230, 230, 230, 0);border-color:rgb(230, 230, 230);border-top-style: hidden; border-right-style: hidden; border-bottom-style: hidden; border-left-style: hidden; \" data-section-id=\"2b557989cda\">\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t<div class=\"dslc-modules-section-wrapper dslc-clearfix\"><div class=\"dslc-modules-area dslc-col dslc-1-col dslc-first-col dslc-valign-undefined \" data-size=\"1\" data-valign=\"undefined\"><\/div><div class=\"dslc-modules-area dslc-col dslc-10-col  dslc-valign- \" data-size=\"10\" data-valign=\"\">\n\t\t<div id=\"dslc-module-a7d04abcf7f\" class=\"dslc-module-front dslc-module-DSLC_TP_Thumbnail dslc-in-viewport-check dslc-in-viewport-anim-none  dslc-col dslc-12-col dslc-last-col  dslc-module-handle-like-regular \" data-module-id=\"a7d04abcf7f\" data-module=\"DSLC_TP_Thumbnail\" data-dslc-module-size=\"12\" data-dslc-anim=\"none\" data-dslc-anim-delay=\"\" data-dslc-anim-duration=\"650\"  data-dslc-anim-easing=\"ease\" data-dslc-preset=\"none\" >\n\n\t\t\t\n\t\t\t\n\t\t\n\t\t\t\t<\/div><!-- .dslc-module -->\n\t\t\n\t\t<div id=\"dslc-module-26\" class=\"dslc-module-front dslc-module-DSLC_TP_Content dslc-in-viewport-check dslc-in-viewport-anim-none  dslc-col dslc-12-col dslc-last-col  dslc-module-handle-like-regular \" data-module-id=\"26\" data-module=\"DSLC_TP_Content\" data-dslc-module-size=\"12\" data-dslc-anim=\"none\" data-dslc-anim-delay=\"\" data-dslc-anim-duration=\"650\"  data-dslc-anim-easing=\"ease\" data-dslc-preset=\"none\" >\n\n\t\t\t\n\t\t\t\n\t\t<div class=\"dslc-tp-content\"><div id=\"dslc-theme-content\"><div id=\"dslc-theme-content-inner\"><p>O ano de 2016 come\u00e7a sob os efeitos do fen\u00f4meno\u00a0<strong>El Ni\u00f1o<\/strong>, que atua desde o in\u00edcio de 2015. O fen\u00f4meno foi classificado entre os tr\u00eas mais fortes das \u00faltimas tr\u00eas d\u00e9cadas. O El Ni\u00f1o deve perder for\u00e7a no decorrer do segundo trimestre (abril, maio e junho).<\/p>\n<p>Durante o inverno, teremos um per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica, indicando que neste ano o frio deve chegar mais cedo. Para o segundo semestre de 2016, os modelos clim\u00e1ticos apontam para o in\u00edcio de uma nova fase de \u00e1guas frias sobre o Oceano Pac\u00edfico equatorial, com indicativo da prov\u00e1vel configura\u00e7\u00e3o de um epis\u00f3dio de\u00a0<strong>La Ni\u00f1a<\/strong>.<\/p>\n<p>O \u00faltimo La Ni\u00f1a aconteceu entre 2010 e 2011. Para os que consideram dif\u00edcil haver uma mudan\u00e7a t\u00e3o r\u00e1pida de um fen\u00f4meno para outro, lembramos que os El Ni\u00f1os de 1997\/1998 e de 1982\/1983, considerados t\u00e3o fortes como o atual, foram substitu\u00eddos por um La Ni\u00f1a no segundo semestre.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>clima\u00a0<\/strong>sinaliza muitas varia\u00e7\u00f5es em 2016. Para uns, as condi\u00e7\u00f5es melhoram, enquanto para outros, pioram. O fato \u00e9 que todos acabam sendo afetados por essas varia\u00e7\u00f5es do clima de forma direta ou indireta.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>produtor rural<\/strong>, em especial, deve ficar ainda mais atento ao clima, pois as condi\u00e7\u00f5es de desenvolvimento das lavouras do pr\u00f3ximo ano devem ser diferentes das observadas nos \u00faltimos anos. Em 2016, cada esta\u00e7\u00e3o do ano estar\u00e1 sob a influ\u00eancia de um fen\u00f4meno clim\u00e1tico diferente.<\/p>\n<p>Ver\u00e3o<\/p>\n<p>Situa\u00e7\u00e3o segue complicada no\u00a0<strong>Matopiba.\u00a0<\/strong>Os principais efeitos do El Ni\u00f1o neste ver\u00e3o est\u00e3o associados com per\u00edodos mais chuvosos no Sul e per\u00edodos secos no<strong>Nordeste<\/strong>, principalmente no Sert\u00e3o e no Agreste. Enquanto isso, para o Sudeste e o Centro-Oeste, o ver\u00e3o com El Ni\u00f1o apresenta chuvas irregulares e temperaturas mais elevadas.<\/p>\n<p>No caso espec\u00edfico das culturas de\u00a0<strong>ver\u00e3o<\/strong>, o El Ni\u00f1o favorece as lavouras na Regi\u00e3o Sul e tamb\u00e9m em Mato Grosso do Sul, pois mant\u00e9m um padr\u00e3o de chuvas mais regulares, mas, sobretudo, porque reduz o risco de estiagens e secas severas, que \u00e9 sempre a principal amea\u00e7a para essa regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Para o Centro-Oeste e Sudeste, a expectativa \u00e9 que o ver\u00e3o mantenha um padr\u00e3o de chuvas irregulares e, em geral, abaixo da m\u00e9dia. O\u00a0<strong>El Ni\u00f1o<\/strong>\u00a0diminui o risco de per\u00edodos de\u00a0<strong>chuvas fortes<\/strong>\u00a0e duradouras, conhecidos como \u201cinvernadas\u201d, o que atrapalharia a colheita.<\/p>\n<p>J\u00e1 as lavouras da regi\u00e3o do\u00a0<strong>Matopiba\u00a0<\/strong>(que engloba \u00e1reas do Maranh\u00e3o, Tocantins, Piau\u00ed e Bahia) sem d\u00favida s\u00e3o as mais penalizadas pela atua\u00e7\u00e3o do El Ni\u00f1o, pois, al\u00e9m de atrasar, choveu pouco em novembro e dezembro.<\/p>\n<p>No restante do ver\u00e3o, n\u00e3o muda muito, com chuvas irregulares e abaixo da m\u00e9dia. O \u00fanico ponto favor\u00e1vel est\u00e1 associado ao fato de que mesmo as pancadas de chuva devem ser mais concentradas, reduzindo o risco de longas janelas de tempo seco na fase de desenvolvimento das lavouras, que, por sinal, foi o principal problema nas duas \u00faltimas safras.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Outono<\/p>\n<p>Per\u00edodo de enfraquecimento.\u00a0A principal consequ\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o ao enfraquecimento do El Ni\u00f1o est\u00e1 associada com a queda da temperatura. O outono de 2016 deve ter temperaturas mais baixas que no outono passado. O outono de 2015 foi anomalamente quente por causa do El Ni\u00f1o.<\/p>\n<p>Para os Estados do Sul do pa\u00eds, j\u00e1 se pode esperar algumas ondas de frio a partir de maio, o que aumenta o risco de geadas em junho. Essa condi\u00e7\u00e3o representa um aumento do risco para as lavouras de\u00a0<strong>milho\u00a0<\/strong>de segunda safra (safrinha) do Paran\u00e1 e de Mato Grosso do Sul.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Inverno<\/p>\n<p>Condi\u00e7\u00e3o t\u00edpica beneficia lavouras.\u00a0Passa a prevalecer um padr\u00e3o mais t\u00edpico da esta\u00e7\u00e3o, que representa uma condi\u00e7\u00e3o de mais frio para o sul do Brasil e um per\u00edodo seco mais caracterizado para o Sudeste e o Centro-Oeste.<br \/>\nAs\u00a0<strong>culturas de inverno<\/strong>\u00a0ser\u00e3o beneficiadas com essa mudan\u00e7a do\u00a0<strong>clima<\/strong>. Em vez de excesso de chuva e calor at\u00edpico como em 2015, no pr\u00f3ximo inverno deve haver uma redu\u00e7\u00e3o das chuvas, temperaturas mais baixas e ondas de frio, como \u00e9 t\u00edpico dessa esta\u00e7\u00e3o. Por enquanto, n\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o de frio extremo e inverno rigoroso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Primavera<\/p>\n<p>Indicativo dos efeitos do\u00a0<strong>La Ni\u00f1a<\/strong>.\u00a0Muito prov\u00e1vel que a partir da primavera de 2016 vamos come\u00e7ar a sentir os primeiros efeitos do fen\u00f4meno La Ni\u00f1a, caracterizado pelo prolongamento do frio e pela redu\u00e7\u00e3o das chuvas no sul do Brasil.<br \/>\nJ\u00e1 o Sudeste e o Centro-Oeste devem enfrentar um prolongamento do per\u00edodo seco e retardamento do retorno das chuvas de ver\u00e3o. Ou seja, diferentemente dos \u00faltimos anos, o per\u00edodo seco de 2016 na regi\u00e3o do Brasil central deve ser mais intenso e mais duradouro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Argentina<\/p>\n<p>Clima deve favorecer o\u00a0<strong>trigo<\/strong>.\u00a0Al\u00e9m da posse do novo presidente\u00a0<strong>Mauricio Macri<\/strong>, o clima tamb\u00e9m promete grandes altera\u00e7\u00f5es em 2016 na Argentina.<\/p>\n<p>Por enquanto, a presen\u00e7a do El Ni\u00f1o favorece as\u00a0<strong>lavouras de ver\u00e3o<\/strong>, com chuvas mais regulares e redu\u00e7\u00e3o de estiagens. A partir de abril-maio, o enfraquecimento do El Ni\u00f1o leva para um cen\u00e1rio de redu\u00e7\u00e3o dos excessos de chuva e redu\u00e7\u00e3o da temperatura, com indicativo de um inverno mais frio que o observado em 2015, que foi atipicamente chuvoso e quente, devido \u00e0 presen\u00e7a do El Ni\u00f1o.<br \/>\nA grande e mais sens\u00edvel mudan\u00e7a deve ocorrer com a prov\u00e1vel instala\u00e7\u00e3o do fen\u00f4meno La Ni\u00f1a no decorrer do segundo semestre de 2016.<br \/>\nO La Ni\u00f1a prolonga as condi\u00e7\u00f5es do inverno e traz uma sens\u00edvel redu\u00e7\u00e3o das chuvas. Em um primeiro momento, isso beneficia as culturas de inverno, especialmente a lavoura de trigo, mas, na sequ\u00eancia, o clima mais seco pode comprometer a instala\u00e7\u00e3o das lavouras de ver\u00e3o (<strong>milho\u00a0<\/strong>e\u00a0<strong>soja<\/strong>). Lembrando que, historicamente, a Argentina sofre com problemas de seca em anos de La Ni\u00f1a.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div>\n\t\t\t\t<\/div><!-- .dslc-module -->\n\t\t<\/div><\/div><\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Frio em 2016 deve chegar mais cedo 7 de janeiro de 2016 O ano de 2016 come\u00e7a sob os efeitos do fen\u00f4meno\u00a0El Ni\u00f1o, que atua desde o in\u00edcio de 2015. O fen\u00f4meno foi classificado entre os tr\u00eas mais fortes das \u00faltimas tr\u00eas d\u00e9cadas. 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